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Visualize aqui o Plano Estratégico de 2012 a 2020

de acordo com a Resolução Nº 249, de 14 de março de 2018.

 

 

Em um mundo de aceleradas transformações, que alcançam as mais diversas áreas, como a tecnológica, a judiciária e a social, novos temas passam a fazer parte das preocupações das pessoas, assim as instituições públicas, para cumprirem suas missões, e até mesmo para sobreviverem, têm de se modernizar.

O planejamento estratégico organizacional é uma valiosa ferramenta para dar respostas aos novos desafios, pois proporciona orientação às ações gerenciais em todos os níveis, estabelece e define objetivos a alcançar, estratégias a serem empreendidas e um rol de ações, programas e projetos conformados à estratégia, diminuindo os riscos de tomada de decisões equivocadas ou ineficientes, iniciativas sem resultados eficazes e desperdícios de recursos, de energia e do tempo de trabalho das pessoas.

As primeiras iniciativas para elaboração do Planejamento na JMU foram suscitadas em 2009, resultando em um primeiro plano. Em 2010, foi criada neste Tribunal uma unidade de Gestão Estratégica e realizada a revisão do plano inicial. O Pleno por meio da Resolução nº 172, de 17 de março de 2010, aprovou o Planejamento Estratégico da JMU para 2010-2014. Em 2011 iniciou-se a revisão do Planejamento Estratégico e à confecção do atual Plano.

Foram definidas premissas básicas que orientariam esse processo: foco no futuro, na legitimidade do Plano, na transferência de inteligência e no alinhamento ao Planejamento Estratégico do Judiciário Nacional. Foram realizadas apreciações das diferentes metodologias e de diversas consultorias, optando-se pelo Método Grumbach – moderna metodologia de planejamento que emprega cenários prospectivos.

Existem dois diferenciais notáveis no Planejamento em tela: a forma participativa como foi elaborado e o emprego de cenários prospectivos. Foi facultado a todos os magistrados e servidores da JMU participarem desse processo, que dedicaram uma boa parcela de tempo em workshops, palestras, debates, pesquisas e digitações.

Uma vez elaborado o Planejamento Estratégico, há de se executá-lo. Além dos indicadores e metas da sistemática Balanced Scorecard (BSC), alguns outros aspectos mecanismos de acompanhamento, monitoramento e controle estão previstos como forma de superar e apoiar as esperadas dificuldades desta fase.

É importante lembrar que a gestão estratégica abrange a elaboração do planejamento, o acompanhamento e o gerenciamento de sua execução, incluindo – mas não restrito – ao gerenciamento de projetos, a gestão de processos, a estatística e a inteligência estratégica.

Para saber sobre o Planejamento Estratégico da Justiça Militar da União acesse o link abaixo:

 

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