Ministro General de Divisão Álvaro Guilherme Mariante

Ministro

Álvaro Guilherme Mariante
Ministro General de Divisão

Álvaro Guilherme Mariante

Natural de Rio Grande do Sul

Nomeado (a): 31.07.34

Data de Posse 15.08.34

  • 1875

    período

    Nascimento - 15 de junho de 1875, no Rio Grande do Sul.

  • 1934

    período

    Foi nomeado Ministro do Superior - então Supremo - Tribunal Militar, por decreto de 31 de julho de 1934 e empossado em 15 de agosto do mesmo ano.

  • 1940

    período

    Em sessão de 1º de abril de 1938, foi eleito Vice-Presidente do Tribunal, em Sessão de 03 de janeiro de 1940, foi reeleito.

  • 1941

    período

    Em Sessão de 30 de julho de 1941, foi eleito Presidente.

  • 1942

    período

    Aposentado conforme decreto de 09 de janeiro de 1942.

  • 1950

    período

    Falecimento - 07 de junho de 1950, no Rio de Janeiro - RJ.

  • 1893

    período

    Assentou praça em fevereiro

  • 1898

    período

    Tornou-se Alferes aluno em março de 1898 e Alferes em novembro de 1903.

  • 1908

    período

    Foi promovido a Primeiro-Tenente.

  • 1914

    período

    Promovido a Capitão.

  • 1918

    período

    Promovido a Major.

  • 1922

    período

    Promovido a Tenente-Coronel.

  • 1923

    período

    Promovido a Coronel.

  • 1926

    período

    Promovido a General

  • 1932

    período

    Promovido a General de Divisão

Atividades no STM - Foi nomeado Ministro do Superior - então Supremo - Tribunal Militar, por decreto de 31 de julho de 1934 e empossado em 15 de agosto do mesmo ano. Foi por seu intermédio que, em setembro de 1937, o plano de um pretenso ataque comunista ao governo chegou às mãos de Góes Monteiro, na época Chefe do EME. Em conversa com Mariante, o Capitão Olímpio Mourão Filho, membro do serviço secreto da Ação Integralista Brasileira, mostroulhe um plano descrevendo como seria um ataque comunista e como deveria ser repelido. Mariante sugeriu que o documento, que ficou conhecido como Plano Cohen, fosse mostrado a Góes Monteiro, mas Mourão recusou-se, alegando ser ele de caráter secreto. Mariante pediu-o emprestado e Mourão cedeu. Nesse ínterim, é possível que Mariante o tenha mostrado a Góes Monteiro, pois Góes apresentou pouco depois um suposto plano comunista apreendido pelo EME, que Mourão viria, mais
tarde, a reconhecer como o documento que ele próprio elaborara. Com base nessa "descoberta", os Ministros militares solicitaram a reinstauração do estado de guerra, criando-se assim o clima propício à decretação do Estado Novo, em 10 de novembro de 1937. Em sessão de 1º de abril de 1938, foi eleito Vice-Presidente do Tribunal, em Sessão de 03 de janeiro de 1940, foi reeleito. Em Sessão de 30 de julho de 1941, foi eleito Presidente. 

 

Publicações - A respeito de sua participação no combate à Coluna Prestes, Góis Monteiro escreveu "O destacamento Mariante no Paraná Ocidental: Reminiscências", 1925.

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