Natural de Portugal - Lisboa
Nomeado (a): 18.02.37
Data de Posse 18.02.37
Nascimento - 23 de abril de 1777, em Lisboa - Portugal.
Vogal por decreto de 18 de fevereiro de 1837. Conselheiro de Guerra em 18 de julho de 1841.
Falecimento - 14 de maio de 1845, Rio de Janeiro – RJ e foi sepultado nas catacumbas da igreja de São Francisco de Paula.
Sentou praça no Regimento de Infantaria n. 8 do Exército de Portugal, a 18 de setembro de 1794.
Subiu gradualmente os postos inferiores, obtendo a promoção de Alferes por decreto de 24 de junho de 1807.
Em 1808 fez a campanha da restauração, e comissionado no posto de Capitão foi encarregado da organização do primeiro Batalhão de Caçadores.
Promovido a Capitão Efetivo por despacho de 21 de janeiro de 1809.
Em 1814 tomou parte na ação da tomada dos subúrbios da Vila de Ortez.
Em 1815 obteve a medalha inglesa do Duque de York, por ter comandado o referido batalhão nas batalhas de Ortez e Toulousse. Por decreto de 22 de junho do mesmo ano foi promovido a Tenente-Coronel, Comandante do 1º Batalhão de Caçadores da “divisão de voluntários reais de El-Rei”.
Em 1818 foi promovido a Coronel.
Por decreto de 04 de abril de 1826 foi promovido a Marechal de Campo, por distinção.
Em 1828 foi-lhe dado o comando da divisão de observações que permaneceu em Montevidéu, sendo substituído nesse posto pelo General Soares de Andréa, para assumir o comando das armas da província do Rio Grande do Sul nomeando a 14 de março de 1829, exerceu até março de 1830, quando foi removido para idêntico cargo na província de Minas Gerais, retornando à Corte em 1831, por ter sido substituído neste último comando. Em 1835 requereu ser reformado, recebendo do Imperador D. Pedro II a resposta de “não anuir, por ora, a tal pretensão”.
Nomeado presidente e governador das armas do Pará, impossou-se nestes cargos a 25 de junho de 1835, encontrando fortes elementos de revolta reunidos, para levarem a efeito um ataque à capital da província, o que realizaram a 14 de agosto, resultando ter falecido no combate travado, o capitão Jerônimo Herculano Rodrigues, seu filho. Dispensado por carta imperial de 14 de novembro do mesmo ano de tal comissão, recolheu-se à corte, sendo graduado ao posto de Tenente-General, nesse mesmo ano.
A Guerra Civil no Rio Grande do Sul preocupava seriamente a atenção do governo da Regência, que não se achando satisfeito com a direção dada às operações de guerra pelo Marechal de Campo Antonio Elzeário, resolveu exonerá-lo do comando-em-chefe do exército do sul e, por decreto de 23 de maio de 1839, designou o Tenente-General Manoel Jorge para substituí-lo. Embarcando para a província do Rio Grande do Sul ali chegou e tomou posse do seu alto cargo em julho, e por decreto de 02 de dezembro de 1839 foi promovido a Tenente-General efetivo.
Na esperança de auxílio de tropas e material para seu exército seguiu para a campanha, no propósito de dar combate aos revolucionários. Tais auxílios, porém se retardaram; de modo que de tudo ciente, Bento Gonçalves moveu-se das imediações de Porto Alegre onde se achava, transpôs o rio Caí, procurando seu adversário, encontrando-o acampado na margem esquerda do Taquari travou-se renhida luta por mais de uma hora, sendo Jorge Rodrigues vantajosamente coadjuvado pela esquadrilha, sob o comando do chefe Pascoe Greenfel. Em 14 de julho de 1840 foi dispensado deste comando sendo elogiado pelos serviços prestados no Sul.
Em 1842 assumiu o cargo de governador das armas da Corte
Título nobiliárquico
Atividades no STM

